Professores

Celso Grecov

Mestre Joalheiro e professor de Ourivesaria.

Celso Grecov é um Mestre em Ourivesaria/Joalheiro por Notório Saber, por sua experiência profissional de 58 anos na área de Ourivesaria, cuja tragetória se iniciou precocemente, já, aos 14 anos de idade.

Seu primeiro Mestre foi um Italiano versado nessa nobre profissão, com quem aprendeu e trabalhou de 1962 a 1971 nas ART – JÓIAS VINCO (São Paulo/ SP).

Depois disso, entre !972 e 1974, trabalhou como Oficial/Ourives – Modelista nas JÓIAS TÓTIS (São Paulo / SP) e entre 1974 e 1976 na Indústria de Joias BETA S/A – Zona Franca de Manaus como Modelista / Líder.

A partir daí, passou a atuar como autônomo e formar sua própria oficina onde passou por ele, vários aprendizes em vários lugares do Brasil, entre esses lugares estão: Boa Vista RR, São Paulo SP, Jataí GO e Brasília DF de 1976 até os dias atuais.

Em 1997 e 1998 em Brasília DF, deu aulas de Joalheria / Ourivesaria através de uma Promoção do Governo do Distrito Federal com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

De 2007 a 2009 em São Paulo, SP prestou Assessoria Técnica e Confecção de modelos para Micro fundição à Trevo Joias.

Dentre 2007 e 2017 executou e desenhou várias peças para coleções inclusive para designer Kristhel Byancco (08 coleções com 112 peças).

Atualmente, projeta, desenha e executa peças de joalheria por encomendas.

Suzana Rodrigues

Empreendedora, professora de Biojoias e Designer.

Suzana Rodrigues  Nascida em Anápolis/GO em 1960, de onde veio com seus pais para Brasília aos 8 anos de idade. Desde pequena foi dada às artes, participou de concurso de desenho para escolas públicas do GDF e dentre centenas de alunos, foi a primeira colocada. Trabalhou em várias áreas, mas foi na bijuteria que ela se realizou e tirou o seu sustento. Em 2002 especializou-se   em biojóias e através da diversidade de matérias-primas naturais e recicladas, confecciona colares, pulseiras, braceletes, brincos, tiaras e bolsas. Em 2002, criou uma empresa nascida de um trabalho social voluntário desenvolvido por ela junto às internas da Penitenciária Feminina de Brasília, onde capacitou mais de 300 mulheres, além de empregar em sua empresa, as que desejaram, quando libertas. Também em 2002, a convite do Sebrae/DF, participou da Feira de Artesanato do Projeto Mãos de Minas, em Belo Horizonte, tendo sido a Revelação da feira naquele ano. Em 2003, por meio do projeto Empreendedorismo Social, participou da Feira Gift Fair, em São Paulo. Em 2004, participou da Feira do Empreendedor do Sebrae, em Brasíli e da Feira da Providência, no Rio de Janeiro. Em 2005, foi convidada pelo governo brasileiro para participar do Ano do Brasil na França. Suas peças foram compradas pelo Grand Palais para a exposição Art of Indian. Expôs no Carreau Du Temple durante um mês, sendo matéria do jornal Le Monde. No mesmo ano, de volta ao Brasil, recebeu convite para exposição individual na Embaixada do Brasil em Roma, cujo acontecimento foi destaque no Corriero Della Sera. Ainda na Itália, participou do Salão Internacional de Produtos Naturais (SANA), em Bologna, onde recebeu o Selo Internacional do Produto, dado pelo Consórcio de Tutela do Trabalho Justo, Ético e Solidário de Milão. Em 2006, foi convidada a expor suas obras na I Bienal Brasileira de Design de São Paulo, na Oca – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, do Parque Ibirapuera. Em 2007, participou da Semana Internacional de Moda de Madri. Em 2008, participou da Semana Internacional de moda de Lisboa.  Em 2009, recebeu  do Governo Federal, do Consórcio Social da Juventude , do Ministério da Indústria e Comércio e Exportação, prêmio de exportação, na Categoria Responsabilidade Social. No mesmo ano, participou da Exposição “Destination: Brazil” no MoMA, em Nova Iorque e da Mostra “Destino Moma Brasil” durante a Feira Paralela Gift, em São Paulo. Teve diversas premiações nacionais e internacionais. Sua história foi publicada em livros do Sebrae como modelo de empreendedorismo.  Fez palestras em vários Estados sobre empreendedorismo e design. O reconhecimento do trabalho foi matéria de encerramento no Jornal Nacional, no quadro Brasil Bonito e no Programa Ação, da Rede Globo, nas Revistas Claudia e Seleções, Claudia, Possível, dentre outras. Além do diferencial da matéria-prima, o trabalho é reconhecido pelo design, qualidade e o aspecto social agregado. São gerados trabalho e renda às comunidades ribeirinhas e indígenas na coleta das matérias-primas.

Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio a Cultura do Distrito Federal.

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